Este blogue é dedicado à memória do meu Pai, Alberto Pedroso (7 de Abril de 1930/1 de Janeiro de 2011).

quinta-feira, 27 de junho de 2013

ROQUE GAMEIRO (PINTOR, 1864/1935)

Alfredo Roque Gameiro nasceu em Minde, Alcanena, no dia 4 de Abril de 1864. Foi um dos maiores aguarelistas, pintores e desenhadores portugueses.
Era filho de Manuel Roque Gameiro e da sua 2ª mulher Ana de Jesus Silva. Estudou na Academia de Belas Artes de Lisboa tendo sido aluno de Manuel Macedo, entre outros. Estudou em Leipzig, Alemanha, como bolseiro do Estado Português, tendo regressado a Portugal em 1886, foi professor na Escola Industrial do Principe Real, em Lisboa. Actualmente existem  três instituições com o seu nome: a Escola Roque Gameiro, na Amadora, 2º e 3º ciclos,  a Casa Roque Gameiro, onde o artista residiu com a familia, em Minde, e o Centro de Artes e Oficios Roque Gameiro, também em Minde.


Roque Gameiro deixou uma vasta colecção de obras, muitas sobre temas rústicos e da vida das gentes portuguesas, abordou também os temas históricos da muito rica e variada Historia de Portugal, assim como ilustrou vários livros de autores portugueses, como por exemplo, os livros de Julio Diniz.

A sua descendência inclui também vários artistas: Raquel Roque Gameiro, falecida em 1970, famosa aguarelista, Manuel Roque Gameiro, Helena Roque Gameiro, pintora e aguarelista, Maria Emilia (Mamia) Roque Gameiro e Ruy Roque Gameiro, que morreu muito jovem e foi escultor.

A sua vastissima obra encontra-se espalhada pelos Museus do Chiado (Lisboa), Museu Grão Vasco, Museu da Cidade de Lisboa, Museu de Arte Contemporânea de Madrid, Biblioteca Museu Almada Moreira, assim como muitas obras continuam na posse da familia do artista.
Retrato da mãe do artista,




Batalha do Salado,








Nazaré,




O PROCESSO DO REI

Uma historia triste na Historia de Portugal, D. Afonso, filho do Rei D. João IV de Bragança, era louco e incompetente.A Rainha, Maria Françoise, filha do Duque de Nemours, prima de Luis XIV de França,  ousa conspirar para o destronar e é bem sucedida. D. Afonso vai acabar os seus dias numa cela do Palácio de Sintra, onde segundo reza uma velha lenda, os seus passos ficaram para sempre marcado no chão.

O filme é de 1990, foi realizado por João Mário Grilo sendo produtor Paulo Branco e foi uma produção conjunta Portugal/França; Aurelle Doazan, António Solmer, Carlos Martins medeiros, Gerard Hardy, Filipe Ferrer, Nuno Carinhas, são alguns dos principais actores do filme.

Vi o filme na altura em que estreou e achei-o bastante bom e agradável de ver.