Lendo uma intervenção no III Congresso da Oposição Democrática em Aveiro, Abril de 1973,
Numa sessão com o historiador e investigador Prof. Dr. António Ventura - no Centenário de Emidio Costa, em Portalegre;
1971, Coimbra, ( o segundo a contar da esquerda) num encontro da Direcção da Seara Nova, vendo-se entre outros, José Manuel Tengarrinha,
Um pequeno texto do meu Pai, Alberto Pedroso, escrito em 1969 para a revista Seara Nova, que foi totalmente cortado pela censura, após as eleições desse ano, foi levantada a proibição e publicado.
Lisboa, 1981, evento sobre "As casas clandestinas", Freguesia de Nossa Senhora de Fátima onde residiu durante cerca de 50 anos e onde viria a morrer;
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Alberto da Fonseca Pedroso nasceu em Lisboa, na freguesia da Pena, estudou na Escola Comercial, tinha a profissão de Guarda Livros, actualmente denominada Tecnico de Contas, muito cedo iniciou a sua actividade profissional e aderiu ao M.U.D. Juvenil (Movimento de Unidade Democrática), nos anos 40 e 50 do século XX, de Oposição ao Regime de Salazar, participou activamente nas campanhas eleitorais da Oposição Democrática nos anos de 1969 e 1973, colaborou em diversos jornais e revistas, como A Seara Nova, Diário de Lisboa, Noticias da Amadora, tendo sido muitos dos seus artigos total ou parcialmente cortados pela censura;
Nos anos logo após a Revolução de Abril de 1974, participou activamente em actividades de dinamização cultural na Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima e não só; mais tarde realizou o seu sonho de, a par da sua actividade profissional a qual manteve mesmo após a reforma e até morrer, fazer investigação e pesquisa sobre os temas de História Portuguesa que mais lhe interessavam: o Movimento Operário Português no Século XX. Muitas e muitas horas foram passadas na Biblioteca Nacional, na Torre do Tombo, lendo, procurando, passando documentos e documentos a pente fino.
O seu primeiro livro foi sobre um dos escritores e filósofos que mais admirava: Roman Roland "No Centenário de um Homem".
Muito lúcido, inteligente, fraterno, humilde, culto, sempre activo durante toda a sua vida, compreensivo e tolerante para com os outros e para com as ideias contrárias às suas, manteve os seus ideais e convicções até ao final da vida. Foi militante do Partido Comunista Português desde o ano de 1956 até ao fim da vida. Era um homem que pouco falava de si próprio, do seu trabalho, o que só lhe confere mais valor a si e à sua obra.










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