Este blogue é dedicado à memória do meu Pai, Alberto Pedroso (7 de Abril de 1930/1 de Janeiro de 2011).

sábado, 31 de maio de 2014

YVES MONTAND: LE CHANT DES PARTISANS (HINO DA RESISTÊNCIA FRANCESA)

PIRAMIDE SUBMERSA NO MAR DOS AÇORES: FINALMENTE A ATLANTIDA!

O ANO DA MORTE DE RICARDO REIS


Já passou a data, mas fica a sugestão na mesma, pode-se sempre visitar a Casa dos Bicos e a Fundação Saramago.

JARDINS ZOOLÓGICOS: VIDAS ATRÁS DAS GRADES E UMA IMENSA E INFINITA TRISTEZA

MIRIAM, CIDADÃ DO SUDÃO, MÃE DE UM BÉBÉ, GRÁVIDA, PRESA E TORTURADA SIMPLESMENTE POR SER CRISTÃ E NÃO QUERER ABJURAR DA SUA FÉ


FADO


ATLANTIDA: O QUE NOS ESCONDEM

quinta-feira, 29 de maio de 2014

A ESCRITA DO ALVÃO


"Nos finais do século XIX, no Alvão, Nordeste de Portugal, nas mágicas terras de Trás-os-Montes, encontraram-se, junto a um dolmen, uma série de pedras esculpidas e gravadas com signos idênticos aos de Glozel (...) e com uma antiguidade de mais de 4.000 anos, no minimo. Esta descoberta foi tão extraordinária que, no principio, se duvidava dela, só depois, após a descoberta de Glozel (França) é que foi considerada a sua autenticidade. As pedras do Alvão têm formas de animais e de homens e estão gravadas, claramente, com signos alfabéticos que no inicio foram considerados ibéricos.
Em 1927, José Teixeira Rego, em "Os Alfabetos do Alvão e de Glozel, Vol. III, trabalhos da Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia, Porto, diz: Glozel é sem dúvida autentico e tem uma estreita ligação com o Alvão".
...
"Descobriu-se uma "linguagem desconhecida indo-europeia".
"Platão, na sua Historia da Atlantida, conta que os Atlantes conheciam a escrita;
Estrabão, por seu lado, afirma que os Turdetanos, descendentes directos dos Tartessios (Sul de Espanha) conservavam anais historicos e leis escritas numa gramática que remontava a mais de 6.000 anos antes do seu tempo.
A Arqueologia e a Historia Académicas ainda não aceitam que assim seja. Pensam ser uma mera invenção de Estrabão e de Platão.
A escrita de Tartesso, Glozel, Alvão, gravações enigmáticas em Pena Escrita, perto de Canales de Molina, Espanha, a escrita Vinca, os tijolos de Comalcalco, e muitos outros espalhados por todo o nosso Planeta, que significam? Quem os escreveu?"
(Blog Nova Acropole).
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Pessoalmente acredito que há eras perdidas, talvez mais de 12.000 anos, existiu uma civilização de aventureiros e marinheiros, que percorreram todos os mares e todas as terras do Planeta terra. Possuíam uma civilização muitissimo avançada, mesmo em relação com a nossa actual, diferente e mais evoluída que a nossa, por razões ainda desconhecidas, diluvio, alterações climáticas, mudança do eixo da terra, sei lá, o que fez com que a matriz da dita civilização desaparecesse. Sobreviveram alguns grupos mais ou menos numerosos que se espalharam e tentaram reconstruir o seu mundo perdido em diversos locais e contaram a sua historia, que ao longo dos milénios e milénios foram sendo esquecidas e tornaram-se apenas lendas e mitos.
Cabe-nos a nós, agora, redescobri-la e reencontrar-nos com o nosso verdadeiro passado.
E se essa civilizaçao, a Atlantida se encontrava algures no meio do Atlantico, é também muito natural que os seus sobreviventes se tenham refugiado nas costas da Peninsula Ibérica e foram os seus descendentes que os Celtas encontraram quando há vários milénios atrás chegaram à Peninsula. E isso faz dos Lusitanos e dos Portugueses descendentes dos Atlantes.
É por isso, que somos um Povo tão estranho....



PORTO COVO (ILHA DO PESSEGUEIRO) - RUI VELOSO

sexta-feira, 23 de maio de 2014

MAN (HUMANIDADE???) POR STEEVE CUTTS

MESTRE ALBERTO DE SOUSA (1880-1961)

"António de Sousa, aguarelista, pintor, ilustrador, percorreu o país de lés a lés na primeira metade do século XX, funcionando como consciência plástica da nação, pela oportunidade e rigor do registo etnográfico, efectuado através das suas exemplares aguarelas" (blogue"dotempodaoutrasenhora").


Nasceu e morreu na cidade de Lisboa, está representado em praticamente todos os museus do país.

Em 1981 a Fundação Gulbenkian homenageou-o com uma exposição monumental de  grande parte da sua obra.

Descreve-nos um relato fiel das tradições, trajes típicos e profissões do final do século XIX e primeira metade do século XX, em Portugal.


























RAVI SHANKAR