Este blogue é dedicado à memória do meu Pai, Alberto Pedroso (7 de Abril de 1930/1 de Janeiro de 2011).

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

RUAS DA MINHA VIDA II

Igreja da Penha de França, mesmo ao lado do actual quartel dos Bombeiros, antes quartel da Legião Portuguesa, mesmo em frente morava o meu avô materno, Edmundo Loureiro Lopes,



miradouro de Lisboa,


Alameda de Stº António dos Capuchos, onde ficava a Livraria Expresso, em 1972, e onde trabalhei durante quase um ano,


Alfama,


nos 60 e 70 Alfama era o bairro da moda, toda a gente lá ia ter,


A Escola Lusitânia Feminina no Arco do Cego, que frequentei durante 4 anos,

 Arco do Cego,



o prédio da Confeitaria Versailles, que frequentei diariamente nos anos 70,

Avenida da República, Lisboa, onde trabalhei de 1973 a 1981,



e a Avenida da República no principio do século XX, como era antes de ter sido quase totalmente destruída e descaracterizada,


a Avenida General Roçadas, anos 60, talvez, vendo-se a Escola Nuno Gonçalves,


azulejos de Lisboa,


Beco do Alegrete, Mouraria, ao cimo da escadinha, à direita num primeiro andar morou durante dezenas de anos a minha tia bisavó Olimpia,  



Biblioteca da Junta de Freguesia da Penha de França, eu e o meu irmão íamos lá buscar livros, sobretudo no Verão,



Bairro das Colónias, junto à Avenida Almirante Reis, subi e desci tantas vezes estas ruas que nem tem conta,



e o cacau quente da Ribeira de madrugada?



inicio da Calçada do Poço dos Mouros, junto à Penha de França,




entrada para o Hospital dos Capuchos, quase em frente à Livraria Expresso, neste Hospital morreu a minha tia Olimpia, com 86 anos de idade, em 1967,



cinema Monumental onde fui ao cinema pela primeira vez, con 7 anos, fui ver a Bela Adormecida de Walt Disney, lembro-me que o meu irmão ainda não tinha 4 anos e os meus estavam ambos aflitos pois para ele entrar tiveram de mentir ao comprar o bilhete e ao arrumador.



e esta obra de arte foi destruída nos anos 80 para dar lugar ao mamarracho espalhafatoso e desengraçado que lá está!





Pastelaria Colombo, do outro lado da Avenida da República, onde nos juntávamos nos meses loucos do PREC ao fim da tarde,



um dos edificios mais bonitos da Avenida da República e que miraculosamente conseguiu sobreviver



o eléctrico para as Laranjeiras, tinha inicio na Praça do Chile, íamos nele para ir ao Jardim Zoológico, nesse tempo levava-se farnel, e a viagem da Praça do Chile até às laranjeiras durava quase a manhã toda, mas depois passávamos o dia no Jardim,


 Eléctricos, ainda, no Arco do Cego, agora está tudo transformado em jardim e está bastante bem,



e o edificio do Franjinhas, na Rua Braamcamp, onde funcionou durante muitos anos a sede do Sindicato dos Escritórios, ainda lá fui a algumas reuniões de sócios antes de Abril de 74, o edificio foi projectado pelo gabienete do Arquitecto Nuno Teotónio Pereira em colaboração com o Arquitecto Nuno Portas, e foi Prémio Valmor no ano de 1971,




e o snack - bar Galeto ainda na Avenida da República também era paragem obrigatória, adorava os pequenos almoços ingleses! Recentemente estive lá, mas não gostei, nem do atendimento, nem do ambiente actual, nem sequer do café!







beco da zona do Castelo, gravura,



morei na Estrada da Luz no nº 121, 3º andar centro, e já não reconheço a zona quando por lá passo, os prédios nascem como cogumelos!



a Igreja de Nossa Senhora da Penha de França em imagem antiga,



Largo da Achada,



Mercado da Ribeira,



Miradouro da Senhora do Monte,





Monumental, Saldanha outra vez, zona que adoro!



e o "Franjinhas" outra vez!





No Pereira de Alfama, as doses eram pantagruélicas, davam à vontade para 6 pessoas e ainda sobrava comida, e no fim, quem queria, cantava o fado!



e esperar de madrugada pela abertura das padarias e comprar pão e manteiga, queimar os dedos com o pão de tão quente que estava ainda acabadinho de sair do forno, barrar com a manteiga e comer, sentados no meio da rua ou à porta da padaria, se o dono deixasse,










Rua do Forno do Tijolo, Bairro das Colónias,



Freguesia da Penha de França,



Rua Costa do Castelo,



Rua da Palma, ainda nos velhos tempos,



Rua Heliodoro Salgado,



Rua Herois de Quionga,



Rua Morais Soares, anos 50,



Rua da Penha de França, outra vez,





Rua Sabino de Sousa,



Praça do Saldanha, inicio da Avenida da República,




imagens bem antigas da Praça do Duque de Saldanha,