Nasceu em Lisboa em 18 de Setembro de 1921 e veio a morrer na mesma cidade no ano de 1998, foi talvez uma das maiores escritoras portuguesas do século XX, embora seja desconhecida do grande público, infelizmente.
Entre 1949 e 1955 viveu em França e na Bélgica.
"Maria Judite de Carvalho permanece uma escritora de actualidade renovada, dificil de catalogar no estilo que geralmente lhe é associado (herdeiro do existencialismo e do chamado "novo romance"), hábil dissecadora do desespero e da solidão quotidiana na grande cidade. (conforme foi referido no seu perfil na Página Mulheres Portuguesas do Século XX (http://www.mulheres-ps20.ipp.pt/Maria-Judite-de-Carvalho.htm).
"Alguns dos titulos de contos de Maria Judite de Carvalho ilustram, quase como uma bandeira, um universo ficcional trespassado pelo vazio, pelo silêncio, pela irreversibilidade do tempo e pelo fingimento: As Palavras Poupadas (1960), Paisagem sem barcos (1963), Armários Vazios (1966), A Janela Fingida (1975)", etc.(Wikipédia).
Foi casada com o também escritor Urbamo Tavares Rodrigues.
Foi jornalista, frequentou a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Trabalhou em vários periódicos lisboetas, Diário de Lisboa, Diário Popular, Diário de Noticias e O Jornal.
É sem dúvida uma escritora a redescobrir.










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