Este blogue é dedicado à memória do meu Pai, Alberto Pedroso (7 de Abril de 1930/1 de Janeiro de 2011).

sexta-feira, 25 de abril de 2014

OS BURGUESES, DE FRANCISCO LOUÇÃ, QUEM SÃO, COMO VIVEM, COMO MANDAM

Os criticos e estudiosos Francisco Louçã, João Teixeira Lopes e Jorge Costa, oferecem-nos um livro no qual são analisados os esquemas de quem manda em Portugal há já várias décadas. A ler, sem qualquer dúvida!

O DIA INICIAL - POEMA DE SOFIA MELO BREYNER DITO POR RUY DE MATTOS E ACOMPANHADO AO PIANO POR ISABEL CID

LIBERDADE - POEMA DE MIGUEL TORGA

PORTUGAL, LISBOA - 25 DE ABRIL DE 1974 : ASSALTO AO QUARTEL DO CARMO

AQUI POSTO DE COMANDO DO MOVIMENTO DAS FORÇAS ARMADAS

AMÁLIA CANTA A GRANDOLA VILA MORENA

HINO DO MOVIMENTO DAS FORÇAS ARMADAS

quarta-feira, 23 de abril de 2014

STUART CARVALHAIS (7.3.1887-2.4.1961)

José Herculano Stuart Torrie de Almeida Carvalhais nasceu em Vila Real e viria a falecer em Lisboa. Foi pintor, desenhador, ilustrador, caricaturista, autor de banda desenhada e artista gráfico, tendo-se dedicado também à fotografia, decoração, cenografia e até ao cinema.
O seu pai era português duma família abastada e rural da zona do Douro, e a mãe  inglesa.
Parte da sua infância foi passada em Espanha, frequentou o Real Instituto de Lisboa, e começou a trabalhar na arte de azulejaria no atelier de Jorge Colaço.
Foi reporter fotográfico tendo trabalhado no Jornal O Século, começou mais tarde a trabalhar em banda desenhada, foi um dos responsáveis da revista humoristica A Sátira, 1911 e foi co-fundador da Sociedade de Humoristas Portugueses da qual era presidente Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro, filho do famoso Bordalo Pinheiro.
Viveu algum tempo em Paris, politicamente era republicano e antifascista, embora tenha colaborado num jornal satírico monarquico, dirigido por Almada Negreiros.
O seu nome ficou sempre ligado ao Sempre Fixe, Diário de Lisboa, Diário de Noticias, A Corja, O Espectro, A Choldra, ABC-zinho. Participou também na decoração do Café "A Brasileira" do Chiado.
Viveu muitos anos em Queluz, onde foi dado o seu nome a uma escola secundária.
Retratou o seu tempo, a cidade de Lisboa e os seus personagens tipicos na sua época, como ninguém.

(a casa do artista em Queluz)